domingo, 6 de novembro de 2016

10 maneiras de pesquisar no Google que poucos conhecem

Numa era de gigantes da tecnologia, o Google como motor de pesquisa é, sem dúvidas rei. Este motor de pesquisa tornou-se uma fiável fonte de informação em todo mudo, sobre tudo e todos, por isso hoje iremos mostrar 10 maneiras de pesquisar no Google e que, provavelmente, poucos conhecem.
Com o acrescento diário de informação nem sempre é fácil filtrar a nossa pesquisa, mas o seguinte conjunto de informações e métodos torna possível precisar com maior exactidão as informações que necessitamos, com muito menos tempo de pesquisa envolvido.
Como podemos ver, o Google, à semelhança da casa mãe, encerra em si como motor de pesquisa alguns segredos que, por vezes, passam por simples variações das habituais pesquisas. Mas não vamos estragar já a surpresa e deixamos aqui boas dicas. Ora vejamos:

1. Este ou aquele

Quando não temos certeza sobre os termos ou nomes correctos a pesquisar existe uma excelente solução, pois basta colocar algumas potenciais variações daquilo que procuramos e separá-los, digitando o símbolo”|” – normalmente consegue-se este símbolo pressionado SHIFT + \. Em substituição deste símbolo podemos usar a simples expressão “OR” embora que nos nossos testes esta nem sempre tenha funcionado correctamente.

2. Pesquisa através de sinónimos

Se há coisa em que o nosso idioma é extremamente rico é em sinónimos, o que se torna MUITO conveniente em qualquer pesquisa online.
Por exemplo, se temos necessidade de encontrar sites sobre um determinado assunto, é possível acrescentar o símbolo “~” na nossa pesquisa. Por exemplo, ao procurar por “fruta ~sobremesa” iremos ver resultados sobre os benefícios da fruta, culinária,etc.

3. Pesquisa directa dentro de sites

Leu um artigo que gostou ou lhe interessou bastante e precisa de partilhar ou pretende voltar a ler mais tarde? É muito simples pesquisar directamente dentro de um site, basta escrever o endereço do site e uma das palavras chaves ou frase completa que se recorde associada a esse artigo:

4. O poder do asterisco *

Quem nunca teve bloqueios mentais aquando de uma pesquisa que atire a primeira pedra! Ele é faltar-nos uma palavra-chave, um número ou mesmo uma frase, acontecendo sempre naquele momento em que mais precisamos de encontrar algo. Ora, o poderoso “*” – asterisco – pode ajudar em algumas situações no lugar da palavra/frase que não consigamos recordar. Apesar de não ser garantido, a dica funciona com grande probabilidade.

5. Quando faltam várias palavras

Se é a metade mais longa da frase que não se lembra ao invés de uma única palavra-chave, o utilizador deve tentar escrever as primeiras e últimas colocando “AROUND + (o número aproximado de palavras em falta)”. Por exemplo, “explicada AROUND(6) Apple

6. Período de tempo

Com a urgência necessária dos dias de hoje, por vezes temos de aceder a informação sobre eventos que ocorreram durante um determinado período de tempo. Para fazer isso, basta adicionar um calendário para a nossa consulta de pesquisa com a ajuda de três pontos entre as datas. Por exemplo, se queremos descobrir sobre as descobertas espaciais numa determinada data podemos escrever:

7. Pesquisa por um título ou link (URL)

Para ajudar a encontrar as palavras-chave e o nome de um artigo, basta digitar “intitle:” antes do termo de pesquisa, sem espaços entre elas. Para encontrar as palavras de um link (URL), há que utilizar “inurl:”

8. Encontrar sites semelhantes

Para quem pretender encontrar algo que goste nas fontes que está habituado a consultar, então basta acrescentar “related:” e de seguida o endereço do site principal.

9. Toda a frase

Escrever de forma precisa aquilo que já existe é a forma mais directa para encontrar aquilo que procuramos, mas isso não é possível para a grande maioria dos comuns mortais. Assim, usando as aspas, como se vê no exemplo abaixo, é a forma mais directa de obter aquele resultado que estamos mesmo atrás.
Se, por outro lado, escrevermos “here comes johnny singing oldies goldies” entre aspas, obtemos apenas esses resultados onde estas palavras aparecem apenas na ordem escrita o que acaba por ser tornar para, por exemplo, encontrar a letra de uma música quando apenas sabemos uma linha ou expressão.

10. Palavras de pesquisa sem importância

E como são 10 maneiras de pesquisar no Google, chegamos à última, não menos importante. Assim, para remover palavras sem qualquer importância de pesquisa na nossa consulta, basta simplesmente escrever um símbolo menos “-” antes de cada palavra.

Oito passos para evitar ser alvo de um ataque de ‘phishing’


O ‘phishing’ é uma fraude online usada para roubar senhas de bancos e outras informações pessoais. Saiba como evitar este tipo de armadilhas.

Roubar dados pessoais através da internet, ludibriando os internautas, é cada vez mais comum. De acordo com um estudo da Intel feito junto de internautas espalhados pelos quatro cantos do mundo, 97% dos inquiridos admitiram não saber identificar um ataque de ‘phishing’.
O ‘phishing’ – uma alusão à palavra inglesa ‘fishing’, que significa pescaria – é uma técnica de fraude online utilizada por criminosos para roubar senhas de bancos, números de conta e outras informações pessoais. Para tal, são utilizados vários iscos e artifícios para atrair a atenção das vítimas. O meio mais comum usado para este tipo de fraudes é o recurso a websites ou e-mails falsos, que imitam a imagem de uma empresa confiável como uma instituição bancária, seguradora ou operadora móvel.
Os criminosos além de criarem um site ou mail de aparência igual, solicitam aos internautas a atualização de dados bancários, informando os consumidores que se não o fizerem, a sua conta bancária será cancelada. Normalmente estes sites ou mails fraudulentos contêm gralhas e outros tipos de falhas que não se encontram nos sites originais. Além disso, os bancos e seguradoras nunca dizem aos clientes que as suas senhas expiraram e que precisam de ser renovadas.
Os consumidores mais desatentos e desinformados podem cair na armadilha e sem se aperceberem, em vez de estarem a enviar a informação para o banco, estão a facultar os seus dados a um ‘hacker’. Com esses dados na posse de criminosos está aberta a porta para que a sua conta bancária seja utilizada para pagamentos e compras pela internet e transferências bancárias, sem o seu conhecimento.
Conheça algumas estratégias para evitar cair neste tipo de “armadilhas”.

1. Desconfie dos e-mails que receber e verifique as extensões

Muitas vezes os ‘hackers’ conseguem saber quem lhe envia e-mails, por isso, mesmo que receba um de alguém de sua confiança, verifique sempre se está correcto. Basta ver se em vez de .com, está .co. Se o assunto for algo muito chamativo, pode ser motivo para desconfiar também. O ideal é entrar em contacto com a pessoa antes de abrir o link. Sobretudo se tiver as extensões .exe, .scr, .pif, .cmd, cpl, .bat, .vir e zip.

2. Tenha atenção aos ‘links’, aos anexos e às imagens

O site Infowester alerta para o facto do esquema de ‘phishing’ ser sofisticado ao ponto de aparecer na mensagem um anexo ou um ‘link’ que direciona para um ‘malware’ que, se for executado, contamina o seu computador com um vírus, permitindo assim ao ‘hacker’ ter acesso a arquivos, monitorizar a sua atividade na internet, entre outras ações. Assim sendo, desconfie sempre de anexos e ‘links’ suspeitos. Nunca os abra.

3. Desconfie de quem lhe envia o mail

No caso de um e-mail de um banco ou de uma seguradora é habitual o contacto ser sempre feito pela mesma pessoa, neste caso o seu gestor de conta. Assim, caso receba um mail de alguém que não seja a pessoa com quem habitualmente fala, ligue para confirmar se a instituição enviou o mail e qual o motivo do contacto. É sempre bom jogar pelo seguro.

4. Use o truque da ‘senha errada’

Se tiver a menor dúvida quanto ao site ao qual está a aceder e desconfiar que, por alguma razão, pode não ser o site do seu banco ou seguradora, no momento em que o site lhe pedir a senha pela primeira vez, coloque uma senha propositalmente errada. Se o sistema aceitar o que digitou, sem parar a navegação, significa que pode estar a ser vítima de ‘phishing’. Recorde-se que o verdadeiro site da instituição teria sempre verificado a senha e informado que está errada, pedindo para a digitar novamente.

5. Não escolha senhas demasiado simples

Não escolha senhas demasiado simples ou óbvias. Evite as datas de nascimento, por exemplo, e opte, se possível, por utilizar símbolos e números.

6. Mantenha sempre o seu sistema atualizado

As tecnologias estão sempre a evoluir, por isso crie o hábito de aceitar as atualizações automáticas propostas pelo programa do seu computador, pois as mesmas podem ajudá-lo a corrigir potenciais falhas e a evitar a instalação de programas suspeitos. Desta forma, o computador fica menos vulnerável.

7. Tenha sempre o antivírus e o ‘firewall’ atualizados

Esta é uma premissa básica e que pode fazer toda a diferença. O antivírus ajuda a detetar os e-mails maliciosos e o ‘firewall’ cria uma barreira que evita receber esses e-mails. Porém, a segurança total nunca é garantida, uma vez que a decisão de abrir um arquivo é do utilizador.

8. Crie uma política de rejeição de domínios

A maioria dos ‘hackers’ utiliza domínios registados recentemente para realizar as suas invasões. Tendo esta realidade em mente, o ideal era criar uma politica que rejeite automaticamente e-mails provenientes de domínios com menos de dez dias no mercado. Desta forma, reduz drasticamente o risco de receber e-mails de sites de ‘phishing’.